sexta-feira, 28 de junho de 2019

Saiba Quantas Faltas Pode Dar ao Trabalho

O trabalhador tem o dever de ser assíduo. No entanto, a Lei prevê que possam faltar, mediante justificação, em algumas situações.


É dever do trabalhador comparecer ao serviço com assiduidade e pontualidade. No entanto, o Código do Trabalho prevê que os funcionários das empresas possam faltar alguns dias por motivo razoável e que esteja relacionado com o próprio ou com a família, sem que isso represente uma violação do dever de assiduidade.

Sempre que o trabalhador está fora do local de trabalho, quando deveria estar a desempenhar funções, considera-se que está a faltar. Esta pode ser justificada ou injustificada e o número de faltas que pode dar depende do motivo. Segundo o artigo 249º, são consideradas faltas justificadas as que são dadas nas seguintes situações:

- Casamento: Pode faltar 15 dias seguidos, sem perder o direito à retribuição;

- Falecimento de cônjuge ou parente: Nesta situação, pode faltar cinco dias caso se trate de cônjuge ou familiar em linha direta (pais ou filhos). Se for outro familiar, só pode faltar dois dias; em nenhum dos casos perde o direito à retribuição;

- Prestação de prova: Se for estudante pode faltar para prestação de prova no próprio dia e no dia anterior. Caso tenha provas em dias consecutivos, pode faltar tantos dias quantas a provas a prestar (para estes dias contam os dias de fim-de-semana e feriados). Estas faltas não podem exceder quatro dias por disciplina em cada ano letivo. Estas faltas não implicam perda de retribuição;

- Doença: Em caso de doença pode ficar em casa, pelos dias considerados necessários. No entanto, se beneficiar de um regime de segurança social de proteção de doença irá perder o direito de retribuição;




- Assistência a filho: Pode faltar ao trabalho para prestar assistência, em caso de doença ou acidente, a filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, a filho que tenha deficiência ou doença crónica até 30 dias por ano. Se o filho tiver mais do que 12 anos pode faltar até 15 dias. Não perde o direito a retribuição;

- Assistência a neto: Pode faltar até 30 dias consecutivos a seguir ao nascimento de um neto, desde que este viva em sua casa e seja filho de adolescente com idade inferior a 16 anos. Aos avós também está reservado o direito de faltar para prestar assistência ao neto menor, em caso de doença ou acidente ou, independentemente da idade, que tenha deficiência ou doença crónica. Mas só poderá faltar para substituir os pais, caso estes já não possam. Não perde direito a retribuição;

- Assistência a membro do agregado familiar: Pode faltar até 15 dias por ano para prestar assistência, em caso de doença ou acidente, a um cônjuge, parente ou afim na linha reta ascendente ou no 2º grau da linha colateral. Perde o direito a retribuição;



- Deslocação a estabelecimento de ensino: Os trabalhadores que sejam pais também têm direito a faltar para se deslocarem à escola dos filhos, pelo tempo estritamente necessário, até quatro horas por trimestre. Desde que não ultrapasse os limites estabelecido, não há lugar à perda de retribuição;

- Pertence a estrutura de representação coletiva dos trabalhadores: Se pertencer a uma estrutura de representação coletiva, como associações sindicais, comissão de trabalhadores ou representantes dos trabalhadores, pode faltar. Não implica perda de retribuição;


- Candidato a cargo público: Se for candidato a um cargo público pode faltar sem perder retribuição, durante o período legal da campanha eleitoral, mas terá de comunicar a ausência ao empregador com a antecedência mínima de 48 horas;

- Outras: O empregador também pode definir outras situações passiveis de falta não previstas pelo Código do Trabalho.


A perda de retribuição pode ser substituída pela renúncia a dias de férias em igual número, mediante declaração expressa do trabalhador comunicada ao empregador ou então por prestação de trabalho em acréscimo ao período normal. Em qualquer dos casos, não implica redução do subsídio de férias.

Sempre que possível deve comunicar a ausência ao empregador com cinco dias de antecedência – ou assim que for possível – e a empresa onde trabalha pode, nos 15 dias seguintes à comunicação da ausência, exigir prova do facto invocado. A título de exemplo, caso se trate de faltas por doença, deve pedir um atestado médico que comprove a situação.


Atenção: Faltas injustificadas dão despedimento com justa causa



CONSEQUÊNCIAS DAS FALTAS INJUSTIFICADAS NO TRABALHO

Segundo o artigo 256.º do CT os efeitos de falta injustificada são os seguintes:
  • Perda da remuneração correspondente ao período de ausência (que não é contabilizado na antiguidade do trabalhador);
  • Ações disciplinares por parte do empregador, que através desse meio poderá, dentro dos procedimentos legalmente previstos, penalizar o comportamento do trabalhador;
  • Despedimento com justa causa, caso o número de faltas injustificadas registadas alcancem ou ascendam as cinco faltas não justificadas ou as dez intervaladas, em cada ano civil seguido.

Fonte: saldopositivo

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Passatempo Clube Rik&Rok: 10 Entradas para Oferecer

Passe um dia super divertido em família!
No Slide&Splash a diversão é garantida. Temos 10 entradas de criança para oferecer a um dos amigos do Clube Rik&Rok.

Passatempo válido de 1 a 30 de junho de 2019.
A lista dos vencedores será publicada no site a partir do dia 3 de julho de 2019.


Veja também:

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Veja Como a Linguagem Corporal é Fundamental numa Entrevista de Emprego

Quando comunicamos, os gestos, as expressões faciais e a postura corporal transmitem tanto, ou mais, a mensagem que queremos passar como aquilo que dizemos. Aliás, alguns estudos científicos dizem que a linguagem corporal vale mais de 60% do processo de comunicação.

Porém, desde crianças que somos ensinados a prestar atenção à forma como escrevemos e às palavras que utilizamos nos discursos mas não somos educados a utilizar o nosso corpo e face de forma a dar significado adicional às palavras que usamos.

Numa entrevista de emprego a linguagem corporal tem ainda mais impacto, pois pode influenciar o sucesso ou não da mesma.

A forma como o corpo se manifesta poderá reforçar o que está a dizer ou fazer exatamente o contrário, contradizer as palavras que profere.

Ao enviar mensagens contraditórias a credibilidade do entrevistado pode sair beliscada e transmitir uma imagem de insegurança.

Por exemplo, as pessoas que procuram emprego, por vezes, estão tão traumatizadas pela procura que podem transparecer negatividade mesmo quando estão a falar dos seus pontos fortes e essa ansiedade pode revelar rigidez e falta de segurança.


Tudo isto pode ser treinado sem correr o risco de parecer artificial e pouco sincero, diz-nos António Sacavém, especialista em linguagem corporal e fundador da Microexpressões Faciais.

 “Costumo dar o seguinte exemplo: Quando aprendemos a conduzir parece-nos quase impossível conjugar o pisca, o volante, o acelerador e o travão, porque estes movimentos não estão articulados, mas passado algum tempo já conduzimos “sem pensar” enquanto temos uma conversa com o passageiro do lado”, diz o especialista.

É isto que acontece com a linguagem corporal.
É necessário treinar a interiorização do que dizemos com aquilo que o corpo manifesta e, ao longo do tempo, esse processo passa para níveis subliminares.
“Através do trabalho do esquema mental emerge a autenticidade, mas primeiro é preciso treinar”, prossegue.

Linguagem corporal: Primeira impressão

“Não há uma segunda oportunidade para criar uma primeira impressão”, diz-nos a sabedoria popular e numa entrevista de emprego esta máxima aplica-se na perfeição.

É o momento da verdade. Quando o entrevistador toma contacto, pela primeira vez, com inúmeros candidatos e a primeira impressão tirada nos primeiros seis segundos é crucial, pois vai influenciar tudo que acontece a seguir.

Ainda não houve uma palavra dita, mas já há uma impressão definida.
Nesta fase já não se pode esconder atrás de um currículo bonito e bem feito, a comunicação é preponderante, sobretudo a integração entre a verbal com a não-verbal.

“Há um conjunto de gestos que acontecem sem ter havido conversa, como a forma como a pessoa se dirige ao entrevistador: vai a olhar para baixo ou vai procurando focar nos olhos da pessoa com quem vai comunicar?

Vai com um passo decidido e firme ou indeciso? Vai com o tronco direito ou curvo?”, Explica António Sacavém.
É importante andar com um passo decidido, ir com o corpo direito e olhar para a frente, estabelecer algum contacto visual ainda que seja à distância.

A face deve estar descontraída, mas transmitir um sorriso de atitude positiva. “Depois há a questão do aperto de mão, este deve firme.

Porém, um homem deve evitar apertar demasiado a mão de uma mulher e deve também evitar o aperto de mão ‘peixe molhado’ – ter a mão suada ou muito fria ou mole, porque transmite fraqueza”, prossegue o especialista.



Corpo em sintonia com as palavras

Numa segunda fase, a primeira impressão está estabelecida. O candidato senta-se e vai começar a comunicar.

“É importante salientar que os recrutadores cada vez menos utilizam as grandes secretárias para que possam ver a totalidade da linguagem corporal, nomeadamente para perceber se está à vontade e confiante”, diz o fundador da Microexpressões Faciais.
Para transmitir uma imagem de confiança, é importante que se sente bem, com o tronco direito, ligeiramente inclinado para a frente. Evite estar para trás na cadeira, com uma linguagem corporal demasiado descontraída, com os braços caídos.

Como ter os braços e pernas

Ter as pernas cruzadas é sinal de insegurança? “Isso é um mito!”, responde prontamente António Sacavém.

“Remontando à evolução do homem, o nosso sistema límbico, que controla as emoções, não nos permite estar com as pernas cruzadas quando estamos diante de perigo.

Logo é um sinal de confiança e de conforto psicológico”, prossegue. Deve-se, no entanto, evitar o cruzamento “do quatro”, típico dos homens em que se cruza as pernas com o tornozelo sobre o joelho, porque é um movimento que pode indicar uma postura de conquista de território e estando no papel de candidato não é aconselhável.
Já no que diz respeito aos braços, a questão é outra. Numa entrevista de emprego deve evitar ter os membros superiores cruzados, sobretudo se previamente as mãos estavam em cima da mesa, “porque isso dá uma informação muito clara que está a defender-se.

Não é o braço cruzado em si, é o movimento de ter cruzado os braços naquela altura em que senti desconforto”, explica.

As mãos: uma parte fundamental

As mãos têm um peso enorme e devem estar sempre à vista, porque é uma forma de transmitir credibilidade.

“Como vi em muitas entrevistas de emprego, há candidatos que metem as mãos por baixo das pernas, escondidas debaixo da mesa, nos bolsos ou por baixo das axilas, com os braços cruzados, tudo isso são sinais que está a sentir desconforto psicológico e se acontecer em determinado momento, pode significar incongruência entre o que o corpo diz e o que está a sentir”, diz António Sacavém.

Por causa dessa linguagem corporal, do outro lado o entrevistador pode questionar se a pessoa está a dizer a verdade ou a mentir.

Se está a ser incongruente é porque não está a querer contar a história toda e nestes casos é importante explorar através do discurso verbal onde está a incongruência.
Assim, as mãos devem estar sempre visíveis, descontraídas e em cima da mesa. Ou então, sobre o colo.

A linguagem é descontraída mas natural, “porque se fizer os movimentos certinhos, tal e qual aconselhamos mas a linguagem corporal for rígida, está na mesma a transmitir desconforto psicológico”.

Cara: estabelecer contacto visual

Relativamente à face, deve procurar ter uma expressão alegre e positiva (sem ser em demasia), deve acenar-se que “sim” com a cabeça e estabelecer um contacto visual – numa conversa estabelecemos contacto visual entre 30 a 60% do tempo. “Se bem que não deve ser excessivo, porque pode revelar dominância territorial.

A coisa deve fluir de forma natural”. Se for extrovertido e tiver tendência para olhar nos olhos, terá de fazer um esforço consciente para desviar os olhos e vice-versa.
Se o entrevistador estiver a dizer algo com o qual concorda, poderá olhar para baixo em sinal de comunhão, nomeadamente se o assunto for valores, princípios de emprego ou visão da empresa.

Porém, se o que está a ouvir não agradar, tem duas opções: “Se quer demonstrar que não está em sintonia, sem ferir suscetibilidades, pode simplesmente olhar para baixo com uma face neutra”, diz António Sacavém.

Nunca dizer que não, nunca interromper. Por outro lado, se não gostou de que ouviu, mas não o quer transmitir, “isso já é procurar congruência na incongruência.

O melhor é continuar a estabelecer contacto visual e manter o sorriso”, prossegue o especialista.

“Se não conseguir, pode tentar abanar com a cabeça e dizer que sim, mas isto é muito difícil, porque se está a sentir desconforto e discórdia e procura transmitir estes sinais, ou é um excelente ator ou então não vai fazê-lo de forma congruente”, remata.

Movimentos positivos
– Todos os movimentos anti-gravíticos são positivos porque sempre que desafia a gravidade, transmite confiança e que está num estado pleno de recursos. Esses movimentos são: elevar das sobrancelhas, para reforçar o que está a dizer, falar com os dedos entrelaçados e os polegares elevados para cima. “Este movimento transmite abertura e uma atitude positiva e confiante”, prossegue.

– Há outro movimento anti-gravítico, mais subtil, que é elevar os pés, ou seja, deixar o calcanhar no chão e elevar a ponta do pé. Caso exista uma secretária grande a separar o candidato do entrevistador, este movimento não faz sentido, no entanto, “os entrevistadores mais experimentados já procuram visualizar o corpo do entrevistado e este movimento pode ser útil”, prossegue.




Movimentos negativos
– Deve evitar-se a todo o custo os movimentos pacificadores, que são sinais de auto-toque que acontecem depois de um acontecimento significativo, como uma pergunta que não estava à espera e não tinha preparado resposta.

São exemplos destes movimentos o esfregar a nuca, os olhos, a orelha ou as pernas. Os homens têm a tendência de esfregar o pescoço e quando vão de gravata tentar alargar a gola da camisa para criar mais espaço, enquanto as senhoras tendem a levar a mão ao peito.

“Isto acontece por dois motivos: um porque estão na tentativa de se acalmar ou porque têm as mãos suadas e estão a tentar limpar as mãos.

Ambos comunicam desconforto e falta de confiança, precisamente a antítese do que o candidato pretende”, explica António Sacavém.

– Evite também a posição em que um pé está debaixo da cadeira e o outro para a frente, com as mãos na cadeira ou nos encostos de braços, como se fosse a levantar.

“Esta postura pode indicar que está a preparar-se para ir embora e que já não está aqui, dá uma indicação que pode não estar disponível para explorar a oportunidade que lhe estão a dar e quero ir-se embora”, adianta.


 Fonte do artigo: saldopositivo

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    terça-feira, 25 de junho de 2019

    Candidaturas Abertas para Jovens aos Estágios PEJENE 2019

    Estão abertas as candidaturas para os jovens aos estágios PEJENE 2019!

    27ª PEJENE – Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas

    Estão abertas candidaturas para o PEJENE – Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas, promovido pela Fundação da Juventude.

    Os estágios irão realizar-se entre julho e setembro e destinam-se a todos os jovens que frequentem o penúltimo e o último ano de qualquer curso do ensino superior (Licenciatura, Mestrado ou Mestrado Integrado, Pós-Graduação), em estabelecimentos de ensino público, privado e/ou cooperativo, ou cursos técnicos superiores profissionais, abrangendo todas as áreas de estudo.

    Informações e envio de candidaturas nesta ligação.


    segunda-feira, 24 de junho de 2019

    Descontos Insania: Máquina de Remoção de Pontos Negros

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    25% de desconto são válidos para estadias a partir de 2 noites/3 dias, nos hotéis Disney e no Villages Nature.
    A meia pensão grátis é válida durante todo o período da estadia, se ficar hospedado num Hotel Disney ou no Disney’s Davy Crockett Ranch.
    Campanha válida para reservas até 1 de Outubro de 2019, com chegadas entre 7 de Novembro de 2019 a 1 de Abril de 2020.
    Além disso,  Agência Abreu, também tem ofertas de descontos em férias de verão para vários destinos.

    domingo, 23 de junho de 2019

    sexta-feira, 21 de junho de 2019

    App MySNS Carteira: Tudo o que Precisa Sobre a sua Saúde

    Desde o Boletim de Vacinas ao Cartão de Acesso à Saúde, esta aplicação permite agrupar tudo de forma simples, no seu telemóvel, igualmente através da Chave Móvel Digital.

    MySNS Carteira. Para ter as receitas à mão
    A MySNS Carteira também permite um acesso fácil a cartões e a informações úteis na área da saúde.


    Construída de acordo com o interesse do cidadão, a MySNS Carteira reúne a informação de saúde do cidadão numa aplicação residente no seu smartphone. 

    Associada ao cidadão através do seu número de Utente SNS e validada com a informação presente no Registo Nacional de Utente (RNU), eCartão de Vacinas, eTestamento Vital, o cidadão associa “cartões” específicos por componentes informativas do seu interesse. 

    Cada cartão corresponde a um tipo de informação de saúde.
    Você escolhe a informação pretende guardar! Toda a informação é guardada de forma segura.

    Contudo, a funcionalidade mais útil poderá ser os guias de tratamento eletrónico: receitas eletrónicas passadas pelo médico podem ser consultadas na aplicação e dispensadas em qualquer farmácia.



    Está disponível para iOS (aqui) e Android (aqui).

    terça-feira, 18 de junho de 2019

    Vales de Desconto Pizza Hut

    Tenha acesso aos cupões Pizza Hut da Pizza Hut que estão neste momento em vigor.


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